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		<title>Convecção on Conforto aquecimento infravermelho</title>
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				<title>Transferência de calor por radiação vs convecção forçada em tecidos compostos espessos</title>
				<link>http://ir-heat-comfort.com/pt/posts/radiative-heat-transfer-vs-forced-convection-in-thick-composite-fabrics/</link>
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				<description>&lt;p&gt;&lt;img src=&#34;http://ir-heat-comfort.com/images/3bab76e17451fda3df29c31f0e1a74cc.png&#34; alt=&#34;Transferência de calor por radiação vs convecção forçada em tecidos compostos espessos&#34;&gt;&lt;/p&gt;&#xA;&lt;h1 id=&#34;por-que-o-infravermelho-é-melhor-que-o-ar-quente-para-aquecer-tecidos-compósitos&#34;&gt;Por que o infravermelho é melhor que o ar quente para aquecer tecidos compósitos&lt;/h1&gt;&#xA;&lt;p&gt;Se você já tentou aquecer tecidos compósitos espessos usando ar quente, sabe bem o quanto é frustrante. É um processo lento e complicado.&#xA;O ar quente, basicamente, só serve para transportar calor. Ele atinge a superfície primeiro, e depois é preciso esperar que o calor se propague lentamente até o centro do tecido. O problema é que, quando o centro do tecido finalmente fica quente, a superfície já está danificada. É um método ineficaz.&#xA;&lt;strong&gt;Aqui está por que o infravermelho é diferente.&lt;/strong&gt;&#xA;Com o infravermelho, não perdemos tempo aquecendo o ar. Em vez disso, enviamos energia eletromagnética diretamente no tecido. Pense nisso como ondas que penetram no tecido e agitam as moléculas internas. O calor é gerado &lt;em&gt;dentro&lt;/em&gt; das fibras. É rápido. Muito rápido. Como não há necessidade de superar uma camada de ar estagnado, tanto o centro quanto a superfície do tecido esquentam simultaneamente. Não há mais necessidade de adivinhar se o interior do tecido realmente foi aquecido.&#xA;&lt;strong&gt;Mas isso não funciona para todos os casos.&lt;/strong&gt;&#xA;O segredo está na frequência das ondas. Se a onda for muito curta, ela simplesmente atinge a superfície e a queima. Se for muito longa, a energia simplesmente reflete como se fosse um espelho.&#xA;Precisamos ajustar a frequência do emissor de acordo com o tipo específico de tecido. Precisamos garantir que as ondas tenham o “tamanho” certo para penetrar profundamente nas fibras orgânicas ou sintéticas, sem causar danos à superfície.&#xA;&lt;strong&gt;A verdade é que…&lt;/strong&gt;&#xA;O infravermelho é muito eficaz, mas tem um problema: ele precisa de uma linha de visão livre. Não dá para “dirigir” o infravermelho ao redor de cantos, como se fosse um ventilador. Se o tecido tiver dobras profundas ou uma forma tridimensional incomum, haverá pontos frios onde a luz não consegue chegar. É preciso planejar cuidadosamente onde colocar as lâmpadas e como usar reflexores para garantir que todo o tecido seja aquecido.&#xA;Para tecidos compostos muito densos, geralmente sugerimos um sistema híbrido ou um arranjo multi-zona. Isso evita que a superfície fique superaquecida, enquanto o centro do tecido continua sendo aquecido.&lt;/p&gt;</description>
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